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Hoje acontecerá uma reunião na câmara de vereadores de Ilhéus com o PCdoB ,PP e diversas lideranças dos partidos menores. |
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Sáb, 19 de Maio de 2012 12:13 |

Há rumores de uma saída em massa do PCdoB.
Os membros do partido que de público assumiram que jamais marchariam com Jabes Ribeiro, ficaram numa situação delicada diante da opinião pública. Há inclusive comunistas que já procuram outras legendas para apoiar. Na visão destes o Professor Israel Nunes cometeu um suicídio eleitoral . Jabes não admite que ninguém ofusque o seu brilho. Vale lembrar que em função da mudança , pré-candidatos a vereador do partido já pensam em desistir. Vamos aguardar os resultados do encontro de logo mais.
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BAHIA PESCA PROMOVE REUNIÃO PARA DISCUTIR A ADMINISTRAÇÃO DO TERMINAL |
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Sáb, 19 de Maio de 2012 00:29 |

A Bahia Pesca realizou nesta sexta-feira (18), uma reunião, na Câmara de Vereadores de Ilhéus, reunião com os presidentes das Colônias de Pesca Z-34 e Z-19, associados destas entidades, marisqueiras, pescadores e aquicultores do sul da Bahia.Como sempre não houve um número significante de participantes, o assunto parece não atrair muito o interesse dos principais beneficiados, os pescadores.
O objetivo foi discutir o modelo de gestão do Terminal Pesqueiro Público que já se encontra pronto na baía do Pontal, onde antes funcionava o antigo Porto da cidade.E que no momento aguarda um espaço na agenda do Ministro da Pesca e do Governador Da Bahia para oficializar a inauguração. Dilema
Apesar da grande ausência de pescadores, o Presidente da Bahia Pesca, expôs o dilema que é definir a gestão do Porto pesqueiro. O presidente da Instituição informou a todos sobre a infraestrutura funcional: uma unidade de beneficiamento dotada de câmaras e túneis de espera, congelamento e estocagem de iscas e refrigerados, sala de higienização, expedição com pátios para caminhões, vestiários, sanitários e casa de máquinas. Tal qual quando a Ceplac entregou aos pescadores , Coopex, hoje numa versão mais moderna.
Em principio, o objetivo do empreendimento local é apoiar os pescadores,sanando todos os graus de dificuldades, assim reza as normas do TP em consonância com o Ministério da Pesca. É previsto para os pescadores combustível subsidiado, fábrica de gelo, central de fornecimento de energia e boxes de vendas, entre outros equipamentos.Porém o grande dilema está na forma de administrar.
Gestões
Se a Bahia Pesca assumir terá que arcar com todas as despesas de gestão, inclusive de mão de obra, haja lucro ou prejuízo. O problema é que não há dotação orçamentária no Estado, os atuais escritórios funcionam com repasses de R$400,00 para material de consumo e R$ 400,00 para combustiveis.
As alternativa seria a iniciativa privada, por meio de carta convite, assumir por um tempo previsto em contratos. Mas esta alternativa dependeria primeira de viabilidade econômica, o que é uma incerteza e não atrairia empresários do ramo. Outro ponto seria a elevada taxa de funcionamento que inviabilizaria o objetivo do projeto para a comunidade pesqueira; A terceira alternativa seria o funcionamento por meio de uma cooperativa, a principio constituída pelas Colônias de Pescadores e Associações ligadas a área de pesca e orientada paulatinamente pelos profissionais do Sebrae, até total domínio dos gestores. Apesar da última proposta ser a mais simpatica, ainda não foi desta vez e nesta reunião que ficou definida como será a gestão futura.
Dificuldades Naturais
O terminal tem como principal atrativo a fabricação de gelo, mesmo concorrendo com outras fabricas existentes, que abastecerá os barcos de pesca e o combustível subsidiado, este sim enfrentará um processo burocrático porque há uma série de exigências que nem todos os donos de barcos terão condições de se adequar e é hoje o principal motivo do elevado preço do pescado. Mas, do meu ponto de vista o grande desafio será adequar o costume estabelecido pelas colônias para se enquadrar nas novas regras de ordenamento cooperativo. Além do mais como atrair barcos de outros territórios como Canavieiras e Itacaré para aportar em Ilhéus?. A pesca é sazonal e assim será a mão de obra no local, mas a principal dificuldade do porto pesqueiro será mesmo para manter o canal livre do assoreamento que compromete o fluxo de barcos de médio porte na Baía do Pontal.
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Você é viciado em Facebook? |
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Sex, 18 de Maio de 2012 16:53 |
por Enio Rodrigo
O uso do Facebook tem aumentado rapidamente em todo o mundo. E um estudo norueguês é um dos primeiros a propor uma escala para um possível vício em redes sociais.A pesquisa capitaneada por Cecilie Andreassen, da Universidade de Bergen, e publicada no periódico Psychological Reports, aponta que jovens usuários, pessoas ansiosas e com algum nível de insegurança ou com problemas de interação social são os indivíduos mais propensos a se viciar, principalmente pelo fato de terem dificuldade de se comunicar em situações comuns.
Os traços de personalidade menos associados a este tipo de possível vício são um nível maior de organização pessoal e foco na vida profissional. Estes indivíduos, dizem os pesquisadores, usam as redes sociais como parte integrante de seu trabalho e principalmente para networking.
“Nossa pesquisa indica também que as mulheres têm maior risco de vício em Facebook”, sugere Andreassen que afirma ainda que pessoas extrovertidas não estão livres de se tornarem viciadas no site de relacionamentos. Além disso. problemas no ritmo do sono noturno estão associados com as maiores pontuações propostas pela equipe da pesquisadora. Seis sinais propostos
O estudo de Andreassen procurou demonstrar que os sintomas de o vício no Facebook se assemelham aos encontrados no vício em drogas e alcoolismo. O chamado – até o momento – Escala Bergen para Vício em Facebook se baseia em seis critérios básicos, sendo que cada item é pontuado de 1 a 5 em escala crescente (1 ponto: muito raramente; 2 pontos: raramente; 3 pontos: algumas vezes; 4 pontos: quase sempre; 5 pontos: constantemente).
• Você passa muito tempo pensando sobre o Facebook ou com vontade de se conectar;
• Você sente uma necessidade cada vez maior em acessar o Facebook.
• Você acessa o Facebook para esquecer problemas pessoais.
• Você já tentou parar de acessar o Facebook, sem sucesso.
• Você se sente incomodado ou ansioso quando é proibido de acessar o Facebook.
• Seu tempo ou constância de acessos ao Facebook já impactou negativamente seus estudos ou trabalho. De acordo com a equipe responsável pelo desenvolvimento da escala, responder “algumas vezes” ou “quase sempre” para pelo menos quatro dos seis itens acima pode ser indício de um possível vício em Facebook.
A escala, lembram os autores, pode facilitar a identificação e estratégias para o problema observado, assim como estimar o impacto do vício em Facebook na população onde a escala for testada. Proposta não é consenso
A escala proposta pela equipe de Andreassen, entretanto, não é um consenso entre os pesquisadores. Mark Griffiths, da Universidade de Nottingham Trent no Reino Unido, publicou uma crítica à pesquisa no mesmo periódico. Para o pesquisador, antes de mais nada é preciso avaliar potenciais vícios em redes sociais, independente do Facebook, o que levaria a um estudo de grupo mais amplo de problemas.
Griffiths diz que as pessoas tem passado mais tempo online – dentro ou fora do Facebook – com jogos, assistindo filmes e vídeos, procurando por fotos, conversando com amigos, consultando seu profile nas redes sociais, entre outras tantas coisas possíveis. “A escala não faz essa divisão, por exemplo. O quanto a pessoa está realmente usando o Facebook ou está mais preocupada com um jogo dentro da plataforma? São problemas diferentes?”, questiona o pesquisador.
Publicado originalmente no site O que eu tenho.
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Geraldo Simões: “Lei de Acesso à Informação vai moralizar aplicação dos recursos públicos” |
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Sex, 18 de Maio de 2012 16:30 |
O deputado federal Geraldo Simões destacou a entrada em vigor da Lei de Acesso à Informação, sancionada pela Presidenta Dilma Rousseff. De acordo com a lei, as informações públicas de interesse de todo e qualquer cidadão, terão que ser disponibilizadas pelos três poderes, no nível federal, estadual (incluindo o Distrito Federal) e municipal.
“Essa Lei é uma grande conquista da sociedade para fazer valer o direito constitucional à informação, possibilitando uma maior transparência do poder público e criando um ambiente mais favorável á participação social”, afirmou o parlamentar. Com esta Lei passa a ser regulamentado o direito ao acesso de todo cidadão às informações dos órgãos públicos, sem necessidade de justificar seu pedido. Ficam de fora somente as informações consideradas sigilosas, que agora são uma exceção.
A Lei abrange todos os poderes da República e até as entidades sem fins de lucro, no que diz respeito à utilização de recursos públicos. Este dispositivo legal permitirá que a população passe a exercer na prática o que hoje se conhece como o Controle Social: o conhecimento e atuação de setores organizados da população para conhecer, fiscalizar e atuar na execução das políticas públicas.
“Tenho certeza que está Lei será uma plataforma sólida de sustentação da participação da sociedade na vida pública, além de garantia de direitos individuais e marcará um avanço significativo na democracia brasileira, que cada vez mais deixa de ser manifestação de intenções e princípios, mesmo que enunciados na Carta Constitucional e passa a ser aplicada na prática imediata”, afirmou Simões. Para ele, “com este dispositivo, de agora em diante, todo cidadão terá como exigir das autoridades as informações que necessita para fazer valer seus direitos e acompanhar a atuação dos órgãos públicos e a destinação dos recursos”.
“Ainda existe muito a fazer para garantir plenamente todos os direitos constitucionais a todos os brasileiros, mas, sem lugar a dúvidas, hoje o Brasil consolida cada vez mais sua posição internacional como exemplo de uma das mais avançadas democracias no cenário internacional”, finalizou.
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Câmara aprova a redução de sete unidades de conservação |
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Sex, 18 de Maio de 2012 16:05 |
e pescadores unidos não deixa acontecer audiência Pública de ampliação e criação de novas UCs no Sul da Bahia.
Entre as áreas que deverão sofrer alteração estão os Parques Nacionais da Amazônia, dos Campos Amazônicos e Mapinguari. A lista contém ainda as Florestas Nacionais de Itaituba II, Itaituba II e do Crepori, além da área de Proteção Ambiental do Tapajós. No caso de Tapajós devem ser excluídas duas áreas, com 17,8 mil hectares no total, para regularizar de ocupações. Bahia e Espírito Santo
Enquanto a câmara reduz , por meio de medida provisória, os limites de sete unidades federais de conservação (UCs), o Instituto Chico Mendes tenta aprovar a ampliação do Parque de Abrolhos em 8 vezes, ou seja de 87 há para 870 há. aprovada na última terça -feira, 15. O litoral baiano fica a cada dia mais engessado.
Hoje pela manhã os pescadores de toda região se uniram e não deixaram que a Audiência Pública acontecesse.
Os pescadores alegam que a pesca é o meio de sobrevivência da maioria das famílias daquela região, e se acontecer a ampliação como deseja o Instituto Chico Mendes a economia local vai ficar engessada e aumentará o desemprego. Se a ampliação ocorrer os pescadores ficarão impedidos de praticar a pesca na área, o acesso fica restrito a pesquisadores e funcionários do Instituto.
Na Bahia e Espírito Santo o ambientalismo consegue a cada dia engessar o desenvolvimento com a criação de APAs, Parques e reservas . Hoje está em discussão além da ampliação do Parque Nacional Marinho de Abrolhos, ainda está se articulando para a criação de três novas UCs.
Devem ser criados o Refúgio de Vida Silvestre para baleias jubarte, que ficará ao sul, a Reserva de Desenvolvimento Sustentável da Foz do Rio Doce, no litoral norte do Espírito Santo (43.426 hectares), e uma Área de Proteção Ambiental (APA) no entorno do Parque Nacional, com quase 9,25 milhões de hectares.
Quatro audiências públicas foram convocadas em cidades do litoral Sul da Bahia e litoral norte do Espírito Santo. O primeiro debate não aconteceu.
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As ONGs terão que detalhar o uso de dinheiro público |
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Sex, 18 de Maio de 2012 11:49 |
A Lei de Acesso à Informação exige que ONGs detalhem uso de dinheiro público O governo federal divulgou ontem(17) o decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff para regulamentar a Lei de Acesso à Informação. As novas regras cobram maior transparência das organizações não governamentais e demais entidades privadas sem fins lucrativos que recebem recursos públicos, assim como determinam a divulgação da remuneração dos servidores públicos federais.
Por outro lado, preservam as empresas públicas, sociedades de economia mista e entidades controladas pela União que atuem em regime de concorrência. O decreto também definiu que o Ministério da Fazenda e o Banco Central classificarão os documentos que fundamentarem decisões de política econômica, como as políticas fiscal, tributária, monetária e regulatória.
Os prazos máximos de classificação são ultrassecreto (25 anos), secreto (15 anos) e reservado (cinco anos). O governo só poderá restringir o acesso imediato de documentos que coloquem em risco a segurança nacional, relações internacionais, saúde da população, atividades de inteligência ou projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Mesmo assim, qualquer cidadão poderá apresentar pedidos de desclassificação.
" A partir de agora, as ONGs e demais entidades privadas sem fins lucrativos que recebem recursos públicos estão obrigadas a divulgar relatórios
finais de prestações de contas dos convênios, contratos e termos de parcerias realizados com o governo. Terão também que disponibilizar cópias dos originais desses documentos, com os seus respectivos aditivos. O grande problema detectado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) nos contratos dessas entidades com o governo federal é justamente a ausência ou demora na entrega dessas prestações de contas."
As regras para as empresas públicas, entretanto, foram mais brandas. Segundo o decreto, a divulgação das informações relativas às estatais serão feitas de acordo com as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que são aplicadas também às empresas privadas. A medida foi adotada "a fim de assegurar sua competitividade, governança corporativa e, quando houver, os interesses dos acionistas minoritários".
Essa limitação não consta da Lei 12.527/2011, que diz apenas que as empresas públicas e de economia mista estarão subordinadas ao regime de acesso à informação, sem especificar quais os dados e documentos poderão ser divulgados. Por causa disso, os dirigentes das estatais fizeram chegar ao Palácio do Planalto os temores de que a lei pudesse prejudicar a atuação das empresas ou beneficiar concorrentes.
O decreto deixa claro também que a lei de acesso à informação não se aplica às hipóteses de sigilo previstas na legislação, como fiscal, bancário, de operações e serviços no mercado de capitais, comercial, profissional, industrial e segredo de Justiça. Além disso, não abrange informações relativas à atividade empresarial de pessoas físicas e jurídicas de direito privado obtidas pelo Banco Central, agências reguladoras ou órgãos de controle e cuja divulgação possa dar vantagens competitivas a outros agentes econômicos.
O Executivo terá de fornecer as informações solicitadas de forma clara. O acesso à informação é gratuito, exceto se houver custos na reprodução dos documentos. Foi vedada a possibilidade de os servidores públicos exigirem explicações sobre os motivos dos pedidos de acesso.
Por outro lado, o governo não será obrigado a atender pedidos "genéricos, desproporcionais ou desarrazoados" e aqueles que exijam trabalhos adicionais de análise ou interpretação dos dados. As informações terão de ser fornecidas à população em até 20 dias, prazo que pode ser prorrogado por mais dez dias.
O decreto garante o direito a recurso, se o pedido de acesso for negado. E a Controladoria-Geral da União (CGU) recebeu a missão de monitorar se a máquina pública federal está cumprindo as exigências da nova lei. O decreto estabelece ainda punições para os servidores civis e militares e ONGs que não respeitarem a nova legislação.
ENTRE NESTA CAMPANHA
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