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PORTO SUL: PRESIDENTE DA BAMIN DESTACA DECISÃO DA JUSTIÇA SOBRE AUDIÊNCIA PÚBLICA |
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Sex, 27 de Janeiro de 2012 21:53 |

"Temos total confiança nas instituições baianas e brasileiras. A decisão da Justiça sobre a audiência pública mostra que todas as obrigações legais estão sendo cumpridas pelos parceiros do empreendimento", destacou o presidente da Bahia Mineração, Francisco Viveiros.
A declaração foi feita após a Justiça Federal de Ilhéus indeferir o pedido do Ministério Público que solicitava a realização de audiências públicas do Ibama em Itacaré e Uruçuca, para a liberação da Licença Ambiental do Porto Sul.
O Governo da Bahia, responsável pela implantação do Porto Sul juntamente com a Bahia Mineração (Bamin), aguarda a decisão do Ibama sobre a licença ambiental, que possibilitará a autorização para o início das obras.
O Porto Sul será construído em Aritaguá, litoral norte de Ilhéus, com cais offshore, a 2,5 quilômetros da costa. Os investimentos para a realização da obra são de R$ 3,5 bilhões.
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AO CONTRÁRIO DA BAHIA,RONDÔNIA EXPORTA PEIXE PARA EUROPA |
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Qua, 25 de Janeiro de 2012 10:58 |

Todas as semanas, entre seis e oito mil quilos de tambaquis produzidos em tanques redes na região central e centro-sul do Estado são adquiridos pela empresa Mar e Terra, que tem sua base de processamento de pescado no município de Itaporã, em Mato Grosso do Sul. Lá os tambaquis rondonienses são preparados em cortes especiais, principalmente as “ventrechas” (costelinhas), que são exportadas e muito apreciadas pelos europeus.
Segundo Thiago Tetsuo Ushizima, diretor de pesquisa da Mar e Terra, metade dos tambaquis adquiridos em Rondônia é comercializada no mercado interno e outra parte segue para o exterior. Na avaliação de Thiago, o tambaqui “é um produto que tem potencial entre os consumidores europeus, pelo sabor delicado .
O produto Costela de Tambaqui pré cozida, produto apresentado na Europa em parceria com Halieutis, ser eleito, em evento especial PRIX D´ ELITE 2011 na Feira de Bruxelas, em primeiro lugar como Melhor Produto para Food Service.
A costelinha de pacu/tambaqui é um produto diferenciado, único, com alto teor de gordura, uma das razões que confere sabor acentuado e característico. Como exemplo de composição do produto, a costelinha tem ao redor de 14g de gorduras totais, enquanto filé pintado 3,2g, filé de pirarucu 2,8g e filé de tilápia 1,1g.
Para se ter uma idéia aproximada do potencial piscoso de Rondônia, só no município de Pimenta Bueno, um produtor rural Pedro Megumi Yoko Yamia, tem previsão de produzir 10 milhões de alevinos de tambaquis nesta safra de 2012. De acordo com o veterinário Carlindo Pinto Filho, gerente de pesca da secretaria de Agricultura e Pecuária (Seagri), a região do grande Ariquemes, que concentra um elevado número de produtores de pescado, “produz entre 10 e 11 milhões de alevinos por ano”.
Só nestas duas regiões são produzidos por ano mais de 20 milhões de filhotinhos de tambaquis, que no prazo de 14 meses criados e alimentados em cativeiros estão pesando entre um quilo e meio a dois quilos, vivo, no ponto de ser comercializados para o abate. O sistema de parceria entre produtores de alevinos e pequenos produtores rurais, incrementado pela compra e venda do pescado vem apresentando excelentes resultados, gerando emprego e rendas.
O Governo de Rondônia fixou uma meta até 2014, de produzir 80 mil toneladas de pescado, incentivando os pequenos e médios produtores rurais, principalmente aqueles da agricultura familiar. O secretário de Agricultura e Pecuária, Anselmo de Jesus, diz que o Estado “tem condições de alcançar a meta traçada até 2014”.
Fonte: http://www.correiopopular.net/LKN/headline.php?n_id=16474&titulo=Rond%C3%B4nia%20exporta%20peixe%20para%20Europa
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Cortes no Orçamento pouparão PAC e "Minha Casa" |
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Seg, 23 de Janeiro de 2012 10:36 |
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Direto do Valor Econômico
A presidente Dilma Rousseff decidiu poupar os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida dos cortes que fará no Orçamento de 2012. O assunto foi debatido pela presidente com ministros e presidentes de bancos públicos. A ideia do governo é priorizar esses investimentos, que devem somar respectivamente R$ 25,6 bilhões e R$ 11,1 bilhões, com o objetivo de estimular o crescimento em 2012.
Após analisar os efeitos da crise financeira global e seus impactos sobre a economia brasileira, Dilma e ministros discutiram novas medidas de estímulo à indústria e às exportações. A presidente está preocupada com o baixo desempenho da indústria nacional.
Nos últimos dias, Dilma promoveu uma série de reuniões setoriais para definir as prioridades deste ano. Os encontros são preparatórios para a reunião ministerial agendada para a tarde de hoje.
No sábado, Dilma convocou os ministros Fernando Pimentel (Desenvolvimento), Guido Mantega (Fazenda), Aloízio Mercadante (Ciência e Tecnologia e futuro ministro da Educação), Miriam Belchior (Planejamento), Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), Gleisi Hoffmann (Casa Civil), Antonio Patriota (Relações Exteriores) e Celso Amorim (Defesa) para debater o cenário econômico e políticas de crédito e financiamento. Participaram também o vice-presidente Michel Temer e os presidentes da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, e do BNDES, Luciano Coutinho.
O ano de 2012 será de transição para a atuação do BNDES. Essa foi a mensagem passada pelo seu presidente a Dilma e aos ministros reunidos no Palácio da Alvorada, no sábado. De acordo com a apresentação de Coutinho, a atuação do banco foi "central" para o período entre 2008 e 2010, quando a economia brasileira sofreu o impacto da crise mundial e os planos de investimentos foram sustados.
A recuperação da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), principal indicador de investimentos em máquinas, equipamentos e construção civil, a partir do segundo semestre de 2009 ocorreu principalmente devido ao fator "impulsionador" desempenhado pelo BNDES, que naquele ano recebeu um aporte de R$ 100 bilhões do Tesouro Nacional. Em 2010, ano em que a economia cresceu 7,5%, o BNDES continuou como protagonista dos investimentos, e o aporte do Tesouro permaneceu relevante, de R$ 80 bilhões.
Já em 2011, quando haveria a "transição" defendida por Coutinho no sábado, a desaceleração econômica induzida pelo governo deu ao BNDES um caráter de apoio ao crédito para investimento, uma vez que a demanda por empréstimos diminuiu, ao mesmo tempo em que o canal privado de crédito ficou mais caro, diante da elevação das taxas de juros (até julho) e das medidas macroprudenciais, que reduziram o ímpeto do consumo, afetando a perspectiva dos investimentos.
"O ano de 2012, enfim, será o de transição do papel do BNDES", disse Coutinho na reunião de sábado, segundo relato de um dos participantes. A ideia é coordenar a "saída" do BNDES do mercado de crédito de longo prazo com o incentivo aos bancos privados - projeto nesta direção, lançado pelo Ministério da Fazenda em 2010, deve ser enfim colocado em prática. Neste ano, o Tesouro vai repassar ao BNDES valor inferior aos R$ 55 bilhões transferidos em 2011.
A apresentação de Coutinho encontrou eco, disse um dos participantes, na abertura feita pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, na reunião. Diante da queda na taxa de juros, atualmente em 10,5% ao ano, o papel do BNDES como provedor de crédito barato para investimentos começa a perder protagonismo, "liberando" o banco para exercer um papel mais focado em setores estratégicos.
Ontem, Dilma também promoveu uma reunião setorial sobre a organização de grandes eventos internacionais pelo Brasil, como a Copa de 2014, a Olimpíada de 2016 e a Rio+20.
Por Fernando Exman e João Villaverde | De Brasília
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Sem estrutura para pesca, Bahia importa peixe até do Vietnã |
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Qui, 19 de Janeiro de 2012 00:15 |
Sem estrutura para pesca, Bahia importa peixe até do Vietnã

Apesar do extenso litoral e da grande quantidade de rios, a Bahia importa pescado de outros Estados e até do Vietnã.
Isso mesmo: uma espécie criada no país da Ásia invadiu o mercado baiano e deixou os pescadores locais a ver navios.
A falta de estrutura encarece a produção. Com o peso dos impostos e da mão de obra, a Tilápia, principal peixe do Estado, que custa cerca de R$ 3 para o produtor, chega ao consumidor por até R$ 20 o quilo.
Veja os detalhes da reportagem:http://www.band.com.br/jornaldaband/conteudo.asp?ID=100000439457
Fonte: Jornal da Band
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Programa já qualificou cerca de900 trabalhadores no interior baiano |
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Ter, 17 de Janeiro de 2012 23:26 |

Mina de Talentos prepara mão-de-obra qualificada para o mercado Mais 102 trabalhadores encerraram na última quinta-feira, (12/01), os cursos de qualificação nas áreas de carpintaria e auxiliar civil, dentro do programa Mina de Talentos, uma iniciativa da Bahia Mineração (Bamin) em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Sistema Nacional de Emprego (Sine).
A última etapa do programa atendeu principalmente moradores de áreas próximas de onde será construído o Terminal de Uso Privativo (TUP), na zona norte de Ilhéus, pelo qual a Bamin escoará sua produção de minério de ferro. Se levados em consideração os treinamentos feitos pelos centros de formação das regiões de Ilhéus e Caetité, 868 trabalhadores já foram preparados pelo Projeto Mina de Talentos.
O objetivo do programa não se restringe apenas a capacitar pessoas para atuar na mineradora, mas também para prepará-las para o mercado de trabalho nas respectivas áreas. Para esta etapa em Ilhéus, foram oferecidas 240 vagas (as primeiras turmas receberam certificado em dezembro) e as aulas aconteceram no Centro Estadual de Ensino Profissional, na Escola Municipal de Sambaituba e no espaço C5, no bairro do Iguape.
Durante a entrega dos certificados a analista de Recursos Humanos da Bamin, Priscila Galvão, observou que a finalidade do Mina de Talentos vai além da perspectiva de atender ao empreendimento Bamin: “O programa também visa trazer às pessoas o sentimento de que têm uma profissão e a oportunidade de concorrer de maneira justa pelo acesso ao trabalho”.
A meta do programa é qualificar 6.500 trabalhadores nas regiões de Ilhéus e Caetité, priorizando a contratação dessa mão-de-obra qualificada para o projeto Pedra de Ferro, que prevê a produção anual de 20 milhões de toneladas de minério em sua primeira fase.
Depois de obter o certificado do Senai, os profissionais são cadastrados pelo Sinebahia, que faz a intermediação entre o trabalhador e o mercado. Oportunidades – Presente à entrega dos certificados, o diretor de Logística da Bamin, Aildo Fonseca, falou sobre o projeto Pedra de Ferro e salientou que a qualificação será importante para todos que desejarem aproveitar as oportunidades que em breve surgirão no sul e sudoeste da Bahia.
Aluna do curso de auxiliar civil, Ana Lúcia Souza dos Santos, moradora da comunidade de Carobeira, zona rural de Ilhéus, estava entre os que receberam certificado de conclusão nesta quinta-feira. Ela admite que, pelo fato de ser mulher, jamais tinha imaginado a possibilidade de trabalhar na área de construção, até ter a chance de obter um treinamento. “Agora eu estou qualificada e sei que não é difícil. Antes eu não conhecia, mas agora eu posso trabalhar na área como qualquer pessoa”, diz Ana Lúcia.
O Mina de Talentos terá um investimento total de R$ 16,7 milhões até 2014. O programa foi vencedor do “Prêmio Ser Humano Luiz Tarquínio 2011”, da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-BA), na modalidade Responsabilidade Social.
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CLEBINHO: “ITACARÉ E ILHÉUS SERÃO O MELHOR DESTINO DO NORDESTE PARA UM TURISMO INTELIGENTE” |
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Ter, 17 de Janeiro de 2012 13:07 |
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O empresário Cleber Isaac Ferreira Soares, do Eco Resort e do Itacaré Village, é o novo secretário de Turismo de Itacaré.
Nesta entrevista ao PIMENTA, ele aborda sua relação com o município que virou febre no turismo brasileiro, os projetos para a pasta e afirma acreditar que o prefeito Tonho de Anízio terá mais quatro anos de governo pela frente. Cleber ressalta que Itacaré é o único destino do Nordeste que tem potencial “nota 10? para o turismo rural, ecoturismo e turismo de praia. Ele também aposta na sinergia Ilhéus-Itacaré. - Essa sinergia e a capacidade de reação do prefeito Antônio de Anízio vão transformar este eixo até o final do seu segundo governo no melhor destino do Nordeste para um turismo inteligente e não-massivo.
Confira a entrevista.
Pimenta– Qual é sua relação com Itacaré?
Cleber Isaac Soares - Minha família está em Itacaré há um século e meio. Eu nasci em Salvador e moro em Itacará há 15 anos. Depois de formado, resolvi aproveitar o potencial das propriedades da família na região. Fomos pioneiros no Brasil na implantação de resort-condomínios com o Villas de São José, em 1999. 
Pimenta -Como se deu sua ida para a Secretaria de Turismo de Itacaré?
Cleber Isaac Soares - Pelo lado político, agradeço a confiança depositada pelo prefeito Antonio de Anízio, que terá em mim um soldado a serviço de seu projeto. Acredito que o prefeito, que acompanha tudo no município, sabe do nosso potencial logrado em outras áreas relacionadas também ao turismo. Mas o convite veio principalmente pelo lado técnico – e assim pretendo atuar -, após o afastamento de Diana Quadros por razões pessoais, no final do ano passado. Ela deixa uma secretaria bem-estruturada e uma equipe técnica de qualidade.
Pimenta - Fale de suas experiências nesse setor.
Cleber - Para mim, o mais importante foi o que citei no início, o Villas de São José, projeto que trouxe para o destino Itacaré pessoas famosas e de alto poder aquisitivo, despertando mundialmente o interesse por conhecer Itacaré. Fui fundador e presidente do Instituto de Turismo de Itacaré, em 2005, ajudamos no processo de implantação do Conselho de Turismo em 2009, implantamos e operacionalizamos os hotéis Eco Resort e Itacaré Village, ambos situados no condomínio Villas de São José, e idealizamos o projeto Vilas do Rio de Contas, que visa o desenvolvimento do ecoturismo do Rio de Contas em Itacaré.
"Temos ideias e projetos para curto, médio e longo prazos".

Pimenta - O senhor assume a pasta e já com um projeto para o setor?
Cleber - Temos ideias e projetos para curto, médio e longo prazos. Tomo a liberdade de incluir o segundo governo de Antônio de Anízio. A princípio, citarei alguns dos projetos que estamos amadurecendo e pretendemos expor ao prefeito e toda sua equipe e aos colegas secretários para que possamos fazer um trabalho em conjunto. De toda essa experiência e vivência do turismo em Itacaré, quais projetos o senhor encara como fundamentais? De forma resumida, pensamos em ações de interiorização do turismo, estimulando o turismo de aventura (rafting, rapel e a tirolesa), a inclusão social com agricultores familiares fornecendo produção para pousadas e restaurantes da cidade, o incremento de ações na área de segurança em parceria com o setor privado (videomonitoramento e rádio), projeto de saneamento e a criação de uma agenda de grandes eventos musicais para o destino. Mas gostaríamos de frisar que todas estas iniciativas só resultarão em sucesso se todos comprarem a ideia e participarem.
Pimenta - Itacaré é vista como um paraíso por gente de todo o mundo, mas ainda tem desafios a enfrentar nas áreas social e ambiental, por exemplo. Como superá-los?
Cleber - Como um desafio possível de ser enfrentado, por termos o apoio do prefeito e sua equipe e do empresariado local. As soluções já foram testadas em destinos como Parati, Búzios, Ouro Preto, Bonito e Fernando de Noronha, para citar apenas destinos nacionais, mas a Costa Rica é o país que teve maior êxito na aplicação de turismo ecológico e rural para ter o verdadeiro desenvolvimento. Nunca esquecerei o que aprendi neste país, in loco.
Pimenta - Como alguém com perfil empresarial pode colaborar com o desenvolvimento de políticas públicas para o turismo?
Cleber - A cabeça de empresário me dá a facilidade para trazer os colegas para apoiar as políticas públicas – seja em parcerias públicas ou apoios institucionais, em especial com os empresários ligados ao ITI, que têm uma visão estratégica de longo prazo do destino. Além disso, a eficiência e eficácia da vida empresarial me dá o senso de urgência necessário para gerar os resultados pelos quais o prefeito me incumbiu. Itacaré é o único destino nordestino que tem potencial nota 10 para turismo rural, ecoturismo e turismo de praia.
Como o senhor vê o futuro do turismo em Itacaré? Quais são as tendências para o setor nesta cidade?
Cleber - Itacaré é o único destino nordestino que tem potencial nota 10 para turismo rural, ecoturismo e turismo de praia – comparado apenas a Parati. Ao mesmo tempo, está ao lado de Ilhéus, que tem o maior potencial do Brasil (ainda não explorado em seu potencial máximo) para o destino cultural, em especial com a refilmagem de Gabriela, 100 anos de Jorge Amado. Essa sinergia Ilhéus–Itacaré e a capacidade de reação do prefeito Antônio de Anízio vão transformar este eixo até o final do seu segundo governo no melhor destino do Nordeste para um turismo inteligente e não-massivo.
Pimenta - O senhor já pensou em ser prefeito de Itacaré. Os projetos políticos continuam?
Cleber - Minha pretensão política é clara: apoiar Antonio de Anízio para fazer a melhor gestão possível nos próximos 5 anos e colocar Itacaré no patamar que merece. O restante será consequência.
Pimenta - O poder público local entende a importância do turismo?
Cleber - Hoje, sim, e a prova é que Itacaré nunca teve uma Secretaria de Turismo com sede, gerente de cultura, gerente administrativa, gerente de eventos… Nos governo anteriores não existia nem uma mesa para a secretaria nem uma cadeira. Antes, o secretário de Administração dispunha de parte de seu tempo para o turismo com as dificuldades que esta falta de exclusividade gera.
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